III DOMINGO DA QUARESMA – LUCAS 13,1-9 - Juan Diego Giraldo Aristizábal, PSS



  • III DOMINGO DA QUARESMA

             – LUCAS 13,1-9 - 

     

       1. Um PARADIGMA

    “Os galileus que Pilatos tinha matado” (v.1) e “aqueles dezoito que morreram quando a torre de Siloé caiu” (v.4). Dois fatos são interpretados como fruto do pecado daqueles que os padeceram: “Vós pensais que esses eram mais pecadores do que todos os outros? ” (Cf. vv. 2.4); sem pensar no que estes fatos têm para dizer ao homem de todos os tempos.

     

       2. Um CONVITE

    “Mas, se vós não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo” (vv. 3.5). O que se pode aprender das realidades escandalosas que experimentamos na história? Não é só procurar um culpável, senão me perguntar qual é a minha contribuição para que a minha história e a realidade que me circunda não caminhe para a frustração. É preciso orientar tudo o que somos e fazemos para o Amor (Conversão).

     

       3. Uma ESPERANÇA

    “Senhor, deixa a figueira ainda este ano. Vou cavar em volta dela e colocar adubo” (v. 8). A resposta à impaciência é a paciência de Deus que sabe esperar... talvez o homem se converta. Assim, o momento presente é o tempo preciso para nossa conversão, para acolhermos o Amor que nos é oferecido. Tendo presente que existe um limite, que não vem de Deus, mas da mesma história “Se não der, então tu a cortarás” (v. 9).

     

       Peçamos, ao Senhor, que saibamos ler os sinais dos tempos para assumirmos a responsabilidade de viver o momento presente em estado do Amor e, assim, não frustrar a nossa história. Todo ato humano tem caráter de eternidade, porque em cada decisão estamos definindo a nossa realidade definitiva diante de Deus. Hoje é o momento para amar, porque o Amor decide o nosso futuro.

     

                                                    Juan Diego Giraldo Aristizábal, PSS